Começa a quarta edição do curso “O Mundo Islâmico – Sociedade, Cultura Estado”

Embaixadores presentes na abertura ressaltaram a importância de conhecer o Islamismo para evitar deturpações, criação de estereótipos e intolerância religiosa.

O auditório do Instituto Rio Branco, em Brasília, recebeu hoje alunos, diplomatas, embaixadores e agentes públicos federais para dar início à quarta edição do curso “O Mundo Islâmico – Sociedade, Cultura e Estado”, promovido pela FAMBRAS em parceria com o Ministério das Relações Exteriores. Serão 25 horas de aulas, ministradas por 13 acadêmicos de universidades do Brasil e do exterior, que falarão sobre o Islamismo em cinco módulos temáticos: Religião; História e Civilização; Filosofia, Ciência e Direito; Geopolítica e Segurança; Economia e Comércio.

A cerimônia de abertura contou com a participação do Ministro Sérgio Barreiros de Santana Azevedo, Diretor-geral Adjunto do Instituto Rio Branco; do Embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima, Presidente da Fundação Alexandre de Gusmão e da Embaixadora Lígia Maria Scherer, Subsecretária-geral interina da África e do Oriente Médio – além do Vice-presidente da FAMBRAS, Ali Hussein El Zoghbi.

O Ministro Sérgio Barreiros de Santana Azevedo lembrou que o Islamismo está presente no sistema político e ordenamento jurídico de diversos países com os quais o Brasil mantém relações. “Conhecer a religião é essencial para compreender e encaminhar as questões geopolíticas que envolvem o Islam”.

O Embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima reforçou que é papel do Itamaraty promover a disseminação e compreensão de informações sobre o Islamismo também para evitar a criação de estereótipos, deturpações ou intolerância religiosa. “É uma das religiões que mais cresce em número de fieis, o que torna indispensável estudar esta evolução”.

Já a Embaixadora Lígia Maria Scherer iniciou seu discurso lembrando que as edições anteriores do curso foram bastante elogiadas pelos participantes. “A FAMBRAS está de parabéns por desenvolver um conteúdo  tão abrangente, que certamente auxiliará quem lida com os países e comunidades muçulmanas”, declarou. “Entender o Mundo Islâmico é necessidade e obrigação de todos nós”.

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